Pânico 3: por que o filme quebrou a tradição de ter dois assassinos

A franquia Pânico é uma das mais populares e conhecidas do gênero de terror dos cinemas. O terceiro filme, Pânico 3, foi o único que contou com a presença de apenas um assassino, mas originalmente, a ideia era manter o costume de ter dois.

Quem ainda tem Pânico 3 na memória se lembra que no longa, seria filmado um filme “A Punhalada”, baseado justamente nas mortes causadas pelo assassino em série Ghostface.

No roteiro original, o personagem Roman Bridger, que havia assumido a identidade de Ghostface no longa, teria a ajuda de Angelina Tyler, a atriz ambiciosa que foi escalada para viver o protagonista Sidney Prescott em A Punhalada.

Pânico 3 revelaria para o público que Angelina era amante e cúmplice de Roman e antiga colega de classe de Sidney, cujo nome real era Angie Crick.

Acredita-se que Angelina queria matar Sidney por ter raiva e inveja da fama que a protagonista da franquia conquistou.

No fundo, esses são praticamente os mesmos motivos de Jill Roberts, a prima de Sidney, que foi a grande vilã de Pânico 4. É bem provável que essa justificativa tenha sido aproveitada para a sequência.

Voltando ao assunto, fontes ligadas aos bastidores de Pânico 3 acreditam que os executivos Harvey (sim, aquele mesmo que está preso por ter assediado várias atrizes) e Bob Weinstein, dono da produtora Dimension Films, não gostaram do roteiro original e pediram mudanças.

No final das contas, Angelina Tyler não teve vida longa em Pânico 3 e foi morta no meio do filme.

Sabemos que Pânico 5, próximo filme da franquia, já até iniciou suas gravações e terá o retorno de Neve Campbell, Courtney Cox e David Arquette, que viveram Sidney, Gale Riley e Dewey Riley, respectivamente.

Será que o novo longa irá manter o costume de ter um assassino e um cúmplice ou será um ponto fora da curva como Pânico 3? Em breve, teremos a resposta.

Fonte: Ei Nerd

Postado em 19 de outubro de 2020

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